domingo, 12 de outubro de 2008

Na sociedade contemporânea, qual o peso d'eu querer desfazer uma união estável, porém não registrada no cartório, tampouco na igreja?

Por increça que parível, muito mais substantiva do que no tempo de nossas avós. Antigamente, ao botar as azinhas de fora e tentar terminar uma união, em qualquer nível de estabilidade, o que pesava era apenas os olhares sobre a anarquista em questão. Hoje em dia tal atitude interfere até na compra de um imóvel. Se você chega sozinha a uma imobiliária e demonstra interesse em ver as opções, o primeiro documento solicitado é o comprovante de união estável. Sem ele, imaginam que você está com sérias intenções de, no mínimo, abrir um bordel e, daí em diante, passam a fazer de tudo para dificultar sua aquisição. E isso se estende a várias outras situações que não vou listar aqui por pura prequiça. Só devo advertir: caso tenha mesmo a intenção de botar fim na lenga lenga que estás vivendo para alçar vôos maiores, treine antes em casa para sentir-se totalmente a vontade com a alcunha de galinha. Caso contrário, mantenha a união apenas pela honra aos bons costumes insistentemente cobrados pela sociedade e espere escurecer para, aí sim, voar adoidada.

2 comentários:

Vão ter que adivinhar quem é disse...

hahaha! mas isso aqui tá uma palha assada... sás comédias!

Leila DizNi disse...

franga... acho q é a franga...

acertei?